No meio da semana, milagre que eu possa aparecer por aqui. É que eu não podia deixar de escrever, as mãos já estavam doendo por se baterem tanto.
Amanhã meu dia vai ser cheio, das oito às oito (na realidade começa ainda antes e sempre termina depois). Aula das 7:45 até 12:45, tenho quinze minutos pra almoçar e chegar na escola, porque vai ter um campeonato de ortografia e vou bancar de 'orientadora' também, além de competir (claro, preciso simular um poço de calma pra ir bem). Prova de inglês ainda de tarde, seguida de duas hora no treino do vôlei. Eu podia até imaginar que esse ano teria mais atividades, não que estivesse lotado delas. O problema é que não consigo deixar alguma coisa de lado por gostar muito de tudo. Caso difícil o meu.
Essa tarde não teve aula, foi bom conversar bastante, estudar e comer chocolate. Quanto tempo que eu não fazia isso. E às vezes as histórias se confundem de tão parecidas, chega até a doer um pouco agora, pensando melhor. Há tempo não batia fundo.
Assim também adiantei um tema sobre radioatividade agora à noite. E comprei canetinhas novas, daquelas que se juntam uma na outra, de 24 cores! Agora os meus resumos pra estudo vão funcionar muito melhor, aposto.
Mas é impressionante como sinto sede no inverno. Da próxima vez vou estocar galões d'água. Ao som de Engenheiros do Hawaii, e de Oasis. É a canção do alívio imediato.
Já viram que lindas as fotos da erupção do vulcão no Chile? Vi uma de relance na Zero Hora hoje, e é realmente linda. Lá vão condenar os vulcões, já sei, mas procurem só a foto pra ver.
Acordei sonhando, sim. E sem despertador, mas por sorte na hora certa. Um dia eu aprendo a não ter tanto medo, e a calcular menos. Pode ser melhor, de repente.
Boa noite anjos, bons sonhos.
'Sem que você peça
Sempre haverá
Abrigo pro frio do inverno
[..]
Canta só pra ouvir a canção
Procura como um louco procura
A própria cura' ♪
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