Hoje fizemos a primeiro prova no curso de alemão. Não foi difícil, mas continuo insistindo que preciso trabalhar melhor a pronúncia. A propósito, essa semana fui visitar a fonoaudióloga a fim de corrigir alguns problemas na fala, e qual não é a minha supresa ao saber que ela lembrava até o meu nome mesmo depois de quase oito anos que não nos vemos. É sempre bom ter um lugar que guarda nossas recordações com carinho.
As músicas da Tokio Hotel tocam repetidas vezes, porque não houve tempo o suficiente para vasculhar melhor a biblioteca do Instituto Goethe em busca de outra banda conhecida. Talvez na semana que vem eu me arrisque em um estilo mais ousado. O que importa por ora é que algumas novas palavras em alemão tenham seu sentido compreendido com mais leveza.
Terminado o livro Cartas Roubadas, a obra da vez é David Copperfied, de Charles Dickens. A edição é em inglês - então provavelmente reduzida -, e seu fim é em maior parte didático, mas é sempre bom acompanhar aprendizado com boa leitura. É provável que o próximo exemplar em português que eu leia seja O Mundo de Sofia, que eu desafiarei pela segunda vez. Na primeira tentativa, a paixão pela filosofia e a minha típica vontade de copiar alguns trechos - quando eu percebi, estava reeescrevendo o livro em um caderno - impediram a continuidade. Espero que dessa vez eu tenha aprendido a lição.
Estava eu pensando, e entendi que os aniversários não vão me deixar mais velha. São apenas uma marca do tempo para que este meça a si próprio. Quanto mais primaveras, mais conhecimento. A juventude está no coração.
O pôr-do-sol do Guaíba estava lindo hoje. De repente me bateu uma vontade de discutir sobre Física com o prof. Lucius e avaliar melhor sobre aquelas cores que refratam no horizonte. Irei questioná-lo da próxima vez que o vir.
Boa noite, anjos. Bons sonhos.
Estudo alemão há três anos. Foi a língua estrangeira para a qual escolhi me licenciar na minha grade do curso de letras. Respondendo a sua pergunta, faço Letras na Unesp de Araraquara, interiorzão de São Paulo.
ResponderExcluirNão fique preocupada com sua pronúncia. Além das aulas na faculdade, faço uma hora e meia de particular por semana há mais de um ano e ainda assim peco bastante. Minha maior difuculdade é intuitiva mesmo. Preposições ainda são um grande desafio.
Poxa, sua estante é bem parecida com a minha. Ganhei e li "O mundo de Sofia" de uma grande amiga há uns oito anos. Sentado aqui em minha cadeira, posso enxergá-lo lá no alto, ao lado de "Os sertões", do Euclides da Cunha.
Quanto aos poetas, estou a estudar sobre Drummond e Cabral nesse semestre (acabei de ter uma aula sobre o primeiro). Os outros estudei superficialmente nos primeiro e segundo ano. Confesso que poesia nunca foi o meu forte. Mas utilizarei um poema do Bandeira ("Poema tirado de uma notícia de jornal") como epígrafe do meu trabalho de pesquisa sobre Rubem Fonseca.
Bem, de minha parte, espero que meus registros a agradem tento quanto os seus me agradaram.
Abraço.