Semana de temperaturas baixas no estado, e a minha saúde não resistiu à mudança climática. Como resultado, uma gripe que traz preguiça, aspereza e quietude.
A leitura de Sofies Verden continua, e a cada dia me apaixono mais pela filosofia e por como ela é apresentada nessas páginas tão bem escritas. Se existe uma matéria que eu acho que deveria ser bem discutida com os alunos em todas as séries escolares é a filosofia. Sem dúvida todas as outras são muito importantes, mas essa em especial nos ensina a perguntar (enquanto a sistemática das outras em geral nos doutrina apenas a responder o que já foi respondido por outros).
Essa semana optei por outro CD da banda Tokio Hotel - na versão em alemão, é claro -, e o trecho de uma de suas canções dá título ao post ; as músicas de Georg Kreisler e Barbara Peters, no entanto, são as escolhidas para embalar a frases ritmadas desse texto, porque sua métrica condiz melhor ao momento.
Devo dizer que sinto falta de andar ao sol nas ruas movimentadas de Porto Alegre. Sei que em breve serão rotina ir à faculdade todos os dias e talvez até ver os últimos raios de sol no céu da capital, mas eu não vejo como me cansar de um passeio com meu próprio tempo pela cidade eternizada nos versos de Quintana: 'Há tanta esquina esquisita/ Tanta nuança de paredes'.
Por ora, as pálpebras parecem pesadas, e o corpo pede o descanso da cama confortável. Volto quando as mãos puderem traduzir de novo um pedaço do coração.
Boa noite, anjos. Bons sonhos.
Eu conheci a Tokio Hotel numa exposição sobre música alemã no Instituto Goethe, em São Paulo. Adepto aos clássicos que sou, não gostei muito do visual e das baladas emo. Mas é um bom exercício para treinar alemão.
ResponderExcluirAbraço