domingo, 22 de agosto de 2010

A lua estava linda hoje. Linda.

Aquela beleza laranja, a cor mais linda hoje, estava em um céu sem nuvens. Era cheia, creio eu. Mas não era só isso. Uma força diferente permanecia ali, e eu já não me lembrava do quanto ela era boa, do quanto me fazia bem.
Havia uma magnetismo. Eu olhava pra ela, e ali, mesmo com o peso de uma atmosfera inteira, com a sua própria falta de atmosfera, com uma distância muito grande entre nós, os átomos da lua 'tocavam' meus olhos, como dizia um grego há muito tempo atrás. Ela estava tão perto, e eu podia respirar o mesmo ar que tocava sua superfície. No mesmo instante em que ele estava lá, distante, estava também dentro de mim.

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