Tem um vento tão bom lá fora, que abraça a gente. Mas o céu, a imensidão, estão limitados pelas nuvens, até onde elas podem nos levar.
Eu queria aprender a não machucar as pessoas com algumas atitudes. Queria tentar explicar que uma coisa em mim faz com que eu não saiba julgar, ou não queira julgar; ou declare todos inocentes. Não sei bem, só não sei fazer de outro jeito. Mesmo que depois possa doer muito, não só em mim. Preciso mudar, mas sozinha eu não sei.
Daqui dois dias é Natal. E, para surpresa e espanto, Natal não é Papai Noel. É aniversário (não só do maravilhoso Humberto Gessinger, no dia 24) de um amor sem medidas. De onde a gente se perde pra poder se encontrar. Me traz uma paz imensa quando penso nisso.
Caminhar um pouco hoje me fez bem, sentir o sol quente. E nadar. Me lembro do quanto implorava por isso há alguns meses. Bom ganhar um abraço que a gente espera. Bom também falar com a Joana mais cedo, o que me lembrou de escrever sobre o Natal, o que talvez seja o que me mantém agora.
Saudade da sopa da tia do meu pai. Saudade da minha vó. Vovó, sinto uma falta imensa. Nem imaginas o quanto eu precisava desse teu abraço agora, do olhar bondoso e maravilhoso, carregado de sonhos e de uma vida inteira. Não lembro se te disse isso algum dia, mas te amo muito.
Eu também gosto de conversar contigo e confesso que quando li meu nome no post eu me arrepiei. Te adoro Laura, beijão e feliz natal.
ResponderExcluirAah, te adoro muito também Joana, pode contar sempre.
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