Título de hoje com uma música da Nenhum de Nós, que nessa sexta fez um show a uns duzentos metros aqui de casa e eu não sabia, perdi. Parabéns Laura!.
Hoje o céu parece tão intenso. Mundo lindo esse. Uma cãibra (acho que a pior dor física) na perna me acordou, mas até que foi divertido, sem me tirar o sorriso do rosto, eu queria falar sobre sábado, porque não houve tempo hábil para escrever aqui ontem. Então lá vamos.
Certo, não lembro como o dia amanheceu, sobre o tempo nem nada. Acho que perdi alguns detalhes, mas o que seria se tivesse eles agora?
Meu tio chegou de manhã pra passar o final de semana aqui, e de tarde acabei saindo pra comprar umas coisas, como era pra ser a princípio, depois não mais, e depois de novo. Parece que quando a gente desmarca hora e lugar é mais fácil encontrar as pessoas, já quase depois de um tempo, acho que dá pra dizer assim. Serve quase pra se acostumar como a escola no ano passado, no fim de tarde. As aulas começam segunda, bom lembrar disso.
Depois, comprar coisas não se torna tão difícil, enfim.Consegui controlar a compulsão por cd's, mas por livros ainda está extremamente difícil, como aconteceu com um irresistível na livraria ontem, de Martha Medeiros, ainda em disputa com Érico Veríssimo e Esopo para avançar posições na fila de leitura.
Mais tarde uma parte do meu sábado, seguido de uma verdadeira corrida pra casa. Aniversário da Fernanda à noite, tudo maravilhoso lá. Bom, depois quase fiquei trancada pra fora de casa, não é pai!? Sorte que seu sono leve e atento sempre me socorre.
Uma observação importante, que demorou mais de quinze anos. 'Acho que pais são pessoas dotadas de quatro ouvidos muito apurados; visão mais que de raio-X, percebendo as coisas que a gente não consegue falar; palavras certas, mesmo que às vezes sejam julgadas erroneamente por nós; membros com uma força maior que a de Hércules, sem jamais chegar à exaustão; e um cérebro trilhardariamente multifuncional, cobrindo todas as possibilidades de um plano fracassar'. Não só por essa semana, esse mês ou esse ano, mas pela vida toda, obrigada pai (e pelo meu pai).
Nesse ponto foi onde meu computador acabou de sumir com todo o resto que eu tinha escrito, com o post já pronto. Máquina, continue roubando as minhas palavras!(Extremamente irritada aqui).
O sábado então - e a parte da madrugada de domingo em que estive acordada, considerada como extensão do dia anterior - foi ótimo. Ainda mais sem explicação foi rever tanta gente que me motivou saudade.
Um obrigada especialíssimo aos meus anjos, por ontem, hoje e amanhã, por seus abraços e sorrisos cada vez mais iluminados, e que eu amo incondicionalmente.
Créditos à Joana por uma frase que li no blog dela esses dias (http://quandoumajoaninhadecideescrever.blogspot.com/) e quero deixar por aqui também.'Para estar junto não é preciso estar perto, e sim do lado de dentro'
E pra vocês todos, 'Deixem algum sinal de alegria onde passarem', pois só se pode sentir o bem imenso que isso faz ao coração.
Desculpem, eu devo ter esquecido de muita coisa por aqui, é que o sumiço do texto não estava previsto. Mas guardo, mais que as palavras, os sentimentos todos dentro de mim.
'Flores na cabeça,
Nossos pés descalços
Nossa vida toda
De paz e amor' ♪
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