Talvez hoje eu possa falar melhor sobre os acontecimentos todos, em pausa.
Ontem comprei dois cds, Fito Páez e Nando Reis. Também um livro de contos do Machado de Assis, esperando que seja um começo de estudo, mas certamente que esse vai esperar que eu leia Fernando Pessoa, Érico Veríssimo e uns tantos outros autores ali, prontos me esperando.
Já falei como adoro trocar as cordas do violão? Pois, hoje decidi que ia substituir três que já estavam ali há tempo demais e, como uma promessa, não cortaria os dedos como da outra vez. Resultado: mãos sem um arranhão, um som fantástico das cordas novas acarinhando o violão até tomarem o lugar certo e uma desafinação tremenda. Parece que vai demorar até que se possa tocar em bom estado.
Poucas palavras de Vinicius de Moraes hoje, mas li uma reportagem sobre anjos em revistas ao acaso. Inevitável lembrar desses de carne e osso, que são de uma importância tamanha que precisei de uma palavra ainda maior que amigos (de sua total força) para nomeá-los.
Parece que os meus olhos ora brincam de queimar, ora ficam bem. Ao menos em alguns instantes parece que vão ficar bem de novo. É uma pena que eles acabem atrasando minhas leituras, logo antes de começarem as aulas. Acho que vou providenciar livros em cds, pra poder ouvir. Tenho um do Quintana por aqui, vou providenciar.
Boa noite anjos maravilhosos. Bons sonhos.
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