sexta-feira, 8 de abril de 2011

'Mapas e bússola, sorte e acaso, quem sabe do que depende?' ♪

Desculpem a ausência, e devo ainda mais a mim por estar tão longe daqui mesmo quando quero escrever. Talvez eu esteja doendo lá dentro, porque sinto falta de tanta coisa, dos abraços, livros, cd's que falham, palavras que tomam cada vez mais sentido, o som das teclas, da voz no telefone (e do silêncio), o sol da manhã.
Sexta-feira e então consegui deixar de lado a capa protetora (se vai também na hora de dormir, até eu estar de volta comigo) que afasta do coração as emoções do mundo. Ontem um homem entrou atirando em uma escola no Rio de Janeiro. Somente algumas mortes a mais na televisão, tudo bem. NÃO, É CLARO QUE ISSO NÃO ESTÁ BEM! Como um ser humano é capaz de matar, e ainda mais, crianças? Eram jovens sim, frágeis, tinham medos e principalmente sonhos, agora nada mais ( 'É tão estranho' ♪). Assisti também a uma palestra sobre o ataque nuclear dos Estados Unidos ao Japão, Hiroshima e Nagasaki, a 'anti-rosa atômica/ sem cor sem perfume/ sem rosa sem nada', por Vinícius. O vídeo dos pilotos que deixaram a luz, o som, o calor pra trás, e que varreram tudo, o amor a vida a canção. Chorei com as fotos. Tanto como de rir essa manhã, porque enfim era o último período da semana do pré-vestibular, aula de química com o professor que ia nos contar sobre o 'assalto'. Enfim, a graça mesmo foi um papel escrito 'Bú!' que mandaram pra ele, essa foi genial.
Sensação tão boa de comprar um cd, Filmes de Guerra, Canções de amor, do Engenheiros do Hawaii. Tocou nas noites de estudo -todas- e nas horas vagas - de correria-.
Hoje eu queria ser professora.
A lua se parecia com o gato do País das Maravilhas esboçando um sorriso no manto, crescente, acho. E nessa noite os relâmpagos, raio cortando o céu sem pudor, sem regras; luz natural tão bela.
E pela minha saudade dos anjos, pela minha vontade abraçá-los todos. Boa noite, sonhos lindos.

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