Hoje, retomando um livro do Carpinejar para plagiar a capa em um trabalho de literatura (ainda não tive sucesso nessa façanha), achei páginas cheias de flechas e lembrei como ele escreve bem. Também lembrei que não li nada da UFRGS nas férias, só Caio Fernando Abreu. É, com os sinônimos perfeitos de Quintana, nunca e sempre, nunca férias são realmente férias, tampouco estudo.
Agora, começando e terminando um dia de férias, um parágrafo do cronista, Fabrício.
'Olho o céu com paciência. O azul não me cansa. Uma ave voando não significa que está partindo. Uma ave voando pode estar regressando.'
Boa noite, anjos. Bons sonhos.
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