Lá vamos nós, mais uma vez. Dá saudade escrever, fazer analogias, ler filosofias, andar um pouco ao ar livre e ter tempo de pensar antes de dormir. Não sinto falta das horas de sono que eu tenho perdido por dormir à uma e acordar antes das seis, na verdade tenho dormido muito bem, e o açúcar no sangue me impede de desanimar durante o dia. Escola e curso, ambos a galopes, até que é fácil acompanhar o ritmo. Mas pretendo retomar as noites comuns em breve, quando fechar o novo horário de estudo. Eu queria poder me dedicar por inteiro às atividades, às pessoas, sinto falta disso, mas parece que é uma busca sem fim. Talvez seja isso mesmo que eu precise.
Queria conversar em inglês com alguém hoje, por escrito.
Tão bom tocar um solo no violão, de uma música linda como My Immortal. Impossível não acalmar tudo assim, trocar de sintonia.
A propósito, o pôr-do-sol nesses dias está lindo, assim como a lua bem cedo no céu. São as coisas que a nossa vida não devia perder, a unicidade desses instantes.
Boa noite anjos, bons sonhos.
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