Choveu gelo de madrugada. As pedras machucavam o chão como se o céu chorasse, acariciando a Terra com desespero. Acordei logo nas primeiras batidas ruidosas no telhado, a inquietação ainda não havia se dissipado, e o infinito e firme do lado de fora despencava em pedaços.
Depois do jogo de vôlei o sono bateu como nunca, mas eu não quero dormir com tanta coisa pra fazer, não acho justo. Quero estudar inglês, escrever, pintar, tocar, andar de bicicleta.
Boa noite, anjos, desculpem a rapidez e o egoísmo nos textos. É que não tenho me aguentado dentro de mim.
Bons sonhos.
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