quarta-feira, 28 de março de 2012

'Wir sind träumer' ♪

"Engraçado. Queremos contar o tempo batendo na mesa ou ouvindo o relógio, e muitas vezes medimos a vida como medimos os segundos. Três dias, três meses, três anos. Quem dirá o que pode ser feito nesse espaço? E em três segundos?
Nós nos preocupamos em viver pra sempre quando o mais importante é entregar a vida em cada instante. Entregar-se à vida, mas não deixar que o mundo tome nossas rédeas; orientar-se pela razão, mas deixar que as paixões guiem a viagem na hora certa; sorrir para amenizar as dores, ainda mais se for a dor do outro; abraçar como se fizesse muito tempo, como se abraça um filho; falar palavras que não doam como pedra, mas que resistam como tal."


Ouço e ouço de novo. E de repente não faz mais sentido.
E volta a fazer todo o sentido.
Faço relativos progressos no alemão. Ainda é difícil evitar a confusão com o inglês, mas aos poucos é superada. O mais complicado até então não é a escrita - que é até fácil -, mas a pronúncia. Acho que é porque nem todo mundo sai falando alemão pela rua para que estejamos familiarizados ao sotaque. Mas em pouco tempo pretendo melhorar esse ponto.
Recomecei a ler Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe, essa semana. Também fiz uma constatação: preciso aprender a viver melhor o meu tempo - sim, o tempo. A minha lista de livros para leitura não traz boas perspectivas há duas semanas e devo me disciplinar melhor para tirar mais proveito dos cursos de alemão e inglês. Segundo um físico conselheiro meu, a dedicação e o trabalho são essenciais para qualquer propósito. Valioso conselho.
Boa noite, meus anjos. Bons sonhos.

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