segunda-feira, 8 de novembro de 2010

'E ficaria ali pra sempre' '♪

Terminaram ontem as provas do Enem. Vou fazer um relato sobre o que eu aprendi, e não tem lá muito de engraçado não.
É uma baita maratona esses dois dias de prova - e essa, segundo eles, seria uma linguagem regional devido à expressão 'baita', característica... -, e eu nem lembrei de levar lanche pra sala, como muitos outros fizeram. Ano que vem tenho que fazer uma lista. Continuando, as provas são bastante confusas, não é parâmetro pra medir a educação do país. Além de extensas, as questões ou são muito fáceis, tem erro do Inep ou te vencem pelo cansaço, porque ler um texto de meia página para cada questão é demais. Chega uma hora em que a gente só lê as alternativas, porque mesmo que leia o enunciado não vai fazer diferença: na hora de responder você já vai ter esquecido tudo. O texto de no mínimo sete linhas proposto não era uma redação, mas um comentário sobre o tema, quase. Onde já se viu um texto de sete linhas e passar no Enem? Só mesmo um autor de frases de efeito e, convenhamos, acho que nem o Machado de Assis seria aprovado dessa forma. Poderiam por favor fazer uma educação melhor pra gente? Foi o que eu pedi no meu texto, não com essas palavras, mas foi a ideia. E olha que era sobre trabalho escravo. Mas dane-se. Se fosse preciso eu teria feito uma redação bem bonita sobre política e educação, eles teriam que ler, ou é um computador que avalia as redações também? 'Talvez entendessem que a humanidade vale mais que ouro e diamantes'

Agora, um comentário rápido sobre o meu título. Porque não, esse não era em clima de Enem. A respiração é leve. Pronto, passou.

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