Isso é um spoiler. Pessoal e uma confissão; portanto, por via das dúvidas, fica o conselho de parar por aqui.
Eu não devia estar escrevendo nada aqui. Nem agora, nem mais. Eu me decidi por cinco minutos que foi o suficiente eu ter errado algumas vezes, que não podia mais fazer isso. E veja, já é outro erro.
Esse lugar me soa como uma música, o Across the Universe. Não por ser o título de uma, mas pela história que leva. Pelo tempo, por cada linha que salvou uma vida, num instante. Pela intensidade com que permanece, que me embala todo dia.
Qualquer coisa que eu tente escrever parece errado. Um primeiro passo que eu dê, como o último da escada, uma volta inteira, como se tornar uma criança. É como ansiar pelas palavras, mas elas não fazerem nenhum sentido, não contemplando o que eu preciso dizer. Como se por mais que eu lesse as poesias mais bonitas e as histórias mais dramáticas, eu ainda precisasse daquela última sensação. De estar em casa, simples de coração.
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