Passei a noite em vigília.
O sono insistia em não vir, e só consegui os primeiros bocejos forçados quando passava da uma da manhã. E os intervalos entre acordar, ver a hora que parecia não avançar emperrada no celular e breves piscar de olhos que pareciam alucinações não levaram nada embora. Dói como se fosse de novo e de novo a cada instante, como se o sangue precisasse jorrar. Mas nem ele quis sair ontem à noite, não enquanto eu estava sozinha ali. E eu entendi que não seria assim, que ele ficaria preso como uma agulha com anestesia que precisa se aplicada por outra pessoa.
Continua.
E continua.
Hoje finalmente é sexta. Ironia eu esperar por esse dia a semana inteira!?
Logo agora que eu precisava de uns dias de escola, de uma dose de coisas fáceis.
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