Sim, vou ouvir Pouca Vogal agora - a música não é deles, mas eu prefiro essa versão, com o Humberto. -Haam *-*
Hoje eu me lembrei de várias coisas, de Otelo, de Mário Quintana, de muitos livros que eu li. Eles passaram lá na sala perguntando quantos a gente tinha lido desde o início de ano, e eu nem soube responder. São muitos. Chutei onze, mas foram mais.
Fico com Otelo. O meu Mouro -adoro chamar ele assim- que foi vingativo, sentimental, e parece com a música que eu estou ouvindo agora.
Eu estava pensando sobre o tempo de novo. Poxa, por que ele vem assim aos nossos olhos? 'Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão' ♪
As pessoas são seres curiosos. Se planejam tanto pra alguns dias, alguns anos, sem perceber que é algo tão relativo e que só acontece dentro de nós mesmos. Eu quero tanto que chegue quinta-feira, pra poder jogar futebol, mas os segundos não são palpáveis, não consigo ver eles se aproximando. Isso me atormenta agora, quando eu reflito sobre. E quando eu penso sobre os sorrisos, os medos e os sonhos. Tudo me atormenta profundamente. Acho que é porque estou sem nada pra fazer agora. Isso sempre parece uma eternidade. Mas e se o tempo todo foi um fingimento? E se as voltas todas no relógio forem apenas um movimento, e estivermos num teatro, um teatro de vampiros? 'A primeira vez, sempre a última chance' ♪
'Deixe um sinal de alegria onde passar.'
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