Em tempos como esse que aprendemos a viver de novo, a amar de novo.
Acordei às 5 hoje pra fazer um trabalho de inglês que foi uma enrolação. Mas vendo por agora, eu não me importo tanto. Acho que eu estou doente.
Levei o violão na aula, e juro que da próxima vez eu mando as outras pessoas levarem todos os materiais pra aula por mim, porque é muito peso, mesmo indo de carro. Não posso negar que a sensação de sentir as cordas na mão, cada nó e cada nota, cada batida, são reconfortantes. Eles me hipnotizam, quase.
Amanhã é sábado. Acho que pela primeira vez a semana passou da forma normal, como eu quis. Era segunda, e de repente era sexta de novo. Mas eu aproveitei esses dias, ao invés de deixar que eles passassem assim. Senti o gosto doce e cinza de cada um.
E as coisas andam, e eu percebo como o tempo passou de alguns meses pra cá. Foi rápido, foi recompensante, maravilhoso, um alívio, uma contemplação, um infinito e um sol lindo nos meus dias inteiros.
'Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto'. Como eu amo essa frase.
Parece que esse sorriso traz uma parte de cada olhar, de cada respiração; e as respirações sim, essas eu guardo.
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