'E de manhã o sol é uma cratera,
Uma serpente de oiro (...)'
Mais um pequeno trecho dos sonetos de Florbela. Esses versos falam sobre a melhor parte do dia, precisavam estar aqui.
Pela manhã é mais fácil escrever, na companhia do violão e muitas músicas, certamente também uns bons copos d'água pra amenizar a alta temperatura característica dessa época. Mas eu gosto do calor; é como estar em casa (ignorando a parte de já estar em casa).
Tão bom se passasse um rio aqui.
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