domingo, 16 de janeiro de 2011

'Zero Kelvin, perfeição' ♪

Boa noite. Agora o céu adormece num suspiro, um sopro na terra. Azul mar, anil mergulho, onda, escuro. 'Feche a porta, esqueça o barulho. Feche os olhos, tome ar' ♪
Hoje consegui estourar uma corda do violão, tão linda. Comprei umas novas, só preciso aprender a colocá-las, vou descobrir sozinha como faz. Como um bolinho de terra. O aço soa o som. O chão, silêncio.
Estava lendo Manuel Bandeira nesse calor maravilhoso da tarde. Por umas boas páginas os poemas traziam o nome de Teresópolis, Petrópolis, aquelas cidades do Rio de Janeiro que sofreram tanto com as chuvas esses dias. De repente bateu saudade desses lugares, porque pelas palavras dele eu senti as ruas, o céu e a expressão daquelas pessoas. A falta delas se materializou também, ora vira nó, ora uma página dedicada.

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