Não que esse título faça exatamente algum sentido, mas gostei bastante de ouvir essa música agora. Em geral escrevo à noite, mas apareceu um sol tão bonito colorido de ouro aqui e resolvi esboçar alguma coisa.
Aquele livro, Conversa no Tempo, fica olhando pra mim como uma porção do melhor chocolate do mundo ao lado de um copo de água gelada, praticamente irresistível. Como se deixasse vago um grito de socorro ali na estante. Mas não posso ainda, tenho que acabar com as listas de versos e ficção antes de partir pra outra viagem ao subconsciente.
De repente essa manhã o tempo avançou como semanas de espera. Fez-se ferro frio forte. Não sei se quero nadar hoje, se a falta de ar não vai me assustar ainda mais. Tudo que eu precisava agora era um número, um instante que surgisse como há alguns anos, no meio de tudo. Por que ninguém me entregou esse número ainda? Por quê?
Há exatamente um mês era véspera de Natal. Bom Natal esse.
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