sábado, 26 de março de 2011

'All the pictures have all been washed in black, tattooed everything' ♪

Acabei de dormir com os olhos abertos. Deve ser o cansaço dos dias, não tenho certeza, mas amanhã já é domingo, primeiro e último dia de folga (excetuando os temas e rotina de estudos que deverá ocupar um turno inteiro, então não cabe a definição 'dia vazio') da semana. Mas como decidi que vou ter um carro quando eu crescer, nada mais justo que estudar pra isso. Tudo bem, devem ter estranhado a última frase, mas chega uma hora que a gente precisa simplesmente decidir o que quer, mesmo sendo culturalmente óbvio. Alguns anos ainda para que eu possa dirigir, mas não me incomodo em esperar.
Com certeza as minhas horas de sábado foram especiais, sempre são. Até deixei de recordação um pedaço do meu dedo na corda do violão, de tão feliz que estava com as músicas correndo num ritmo quase frenético. Mas é ótimo, a dor vai passar em algumas horas (espero fielmente que passe, tá doendo demAAis), enquanto o sorriso vai permanecer.
Acordei bem cedo, mas o Caminhos Cruzados ainda está interminado. Vou me embalar mais um pouco nas páginas antes da viagem ao País das Maravilhas (hoje é sábado \o\o\o/ - certo, só entende quem já leu umas postagens atrás), enquanto muita gente está no escuro devido à Hora do Planeta, luzes desligadas por 3 600 segundos a partir das 20:30 hs de hoje. Acho que eu não apaguei tudo aqui porque a falta de luminosidade às vezes assusta.
E toca Whatever, Oasis, na propaganda da tv agora. Inevitável, um monte de músicas que eu conheço decidiram aparecer nos meios de comunicações há dois dias. É divertido. Qual é a música?
De repente nos vemos (versus ler o blog versus falar comigo por outro meio que não implique contato visual) por aí, em algum cruzamento de ruas, corredores, autoestradas (sim, tudo embolado por causa da Reforma Ortográfica), países distantes ou em uma canção. Encontro vocês quando vir o sorriso no espelho.
Obrigada meus anjos, boa noite, abraços bons pra vocês; e sonhem, isso faz bem.

'I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want'

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