Começamos com Pearl Jam, Black. Não sei exatamente o que me fez procurar essa música. Acaba que estou um pouco reflexiva hoje, até demais.
As páginas de Martha Medeiros me deixam extática (obrigada pela palavra, Vinicius de Moraes), passam rápido e são tão fortes, tão leves. Na hora de parar eu sempre encontro mais cinco minutos para a próxima crônica, afinal são umas dúzias de linhas, e acabo com a mesma desculpa nos próximos sete títulos, no mínimo. Se alguém por aí está de bobeira procurando uma leitura, sem dúvidas que recomendo um livro dela.
Hoje, brincando de trocar os canais da televisão aleatoriamente, percebi um timbre familiar, que de repente fazia um tempo que eu não ouvia. 'É tão estranho...' ♪. Sem dúvidas, sabia cantar essa. E escolhi com carinho um compact disc (mais conhecido por cd), Uma Outra Estação, que me fez mergulhar em mim mesma de novo, me encontrar nessa voz, não é meu poeta? Senti tanta falta desses versos do Renato Russo por aqui, dessa melodia. Logo mais vou colocar os fones de ouvido ao som de poesia pura, descansar a cabeça no travesseiro de sempre (hoje como se fosse a primeira vez) e fechar os olhos, me esconder um pouco aqui dentro. Tem tanta coisa que faz bem pensar de quando em vez, pra acalmar o coração, às vezes transbordar um pouco.
E deixo umas linhas aqui, porque enquanto ouvia umas músicas, saí correndo pra buscar o violão, e acho que encaixei a música naquelas notas meio desencontradas. Me apaixonei pelas cordas pulsando nos nós dos dedos, como é toda vez. De novo.
Boa noite meus anjos maravilhosos, por esse brilho nos olhos. Bons sonhos, como espero que também sejam os meus.
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