Sábado. Como prometido, o boletim meteorológico. De tardezinha, um céu em degradê, terminando no horizonte doído em laranja; agora, escuro, profundo e perto. Deve ser a música que me provocou isso, a infinitude face a face. Só entendi o refrão, mas o som novo me fez bem, saiu melodioso em mim.
Estou quase terminando o livro Mapas do Acaso, leitura rápida, mas ótima. É um jeito tão aconchegante que o Humberto Gessinger escreve, que não importa quantas páginas seja, não importa. Acho que vou começar com as crônicas de Martha Medeiros amanhã.
Gosto de chamar pelo primeiro nome os escritores, parece mais familiar, um diálogo. E faço notas de rodapé com as palavras que não sei (eu já devo ter dito isso por aqui), marco os melhores trechos com o lápis torto.
Umas palavras musicadas mais cedo, não por mim, claro. De repente fazia tempo que eu não chorava, acho. ' Vai, confia em mim' ♪
E hoje só tenho a agradecer a todos os meus anjos, por serem imensamente maravilhosos. Boa noite, sonhos bons pra vocês, ao som da melhor canção.
Boa noite...
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