Boa noite. Que saudade imensa das palavras e das pessoas todas para mim dedicá-las.
Hoje, como sempre, tenho percorrido uma rotina de estudos meio desorganizada. A primeira matéria que peguei quando cheguei em casa foram os cálculos de física, que são a minha melhor diversão. Não tem havido exatamente muito tempo para o livro do Érico Veríssimo, mas já reservei uma hora para ele amanhã. De repente termino.
Sexta-feira, os dias correndo. Vinte e cinco de março de dois mil e onze (tem gosto bom escrever a data por extenso), nove meses para o Natal. Por sinal, como presente adiantado, saíram hoje as leituras obrigatórias da UFRGS. Houve uma perplexidade total na segunda vez que li os nomes. Claro, como deveria ser, adorei os títulos, acho que foram muito bem escolhidos e será divertido lê-los. Mas essa sensação estranha que me botou um nó na garganta, da imediatez (talvez um neologismo), por ser definitivo, irrevogável. Não há como voltar atrás, fugir, se esconder. É agora.
Nas magníficas palavras de Fernando Pessoa (ou seria Álvaro de Campos?), 'tenho em mim todos os sonhos do mundo'. Gosto especialmente desse.
Obrigada a todos que me aguentaram até aqui, e que vão suportar até janeiro o meu surto psicótico. Boa noite, abraços ainda (talvez) sãos, e bons sonhos.
Amanheceu em Porto Alegre ♪
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